American Horror Story - 2.01: Welcome To Briarcliff




"All monsters are humans."

Comecei a assistir "American Horror Story" ano passado meio desconfiada por motivos de Ryan Murphy, pois sempre gostei de séries e filmes de terror (que não fossem aquela palhaçada entediante). Apesar do pé atrás, eu gostei muito — meu guilty pleasure.

A segunda temporada já começa mais horripilante já na abertura, que certamente é superior à anterior.  Menos fantasmas e mais foco em outros tipos de sobrenaturalidades, outro ponto positivo. Até porque já teve fantasma pra dar e vender na temporada anterior e tava na hora de renovar, sem abandonar e acentuar o tom sombrio. Tragam os ETs! O episódio começa com Adam Levine — desculpa se não o acho tão bonito assim como falam — numa lua de mel bizarra com sua mulher, visitando justamente o antigo prédio do hospital psiquiátrico Briarcliff, achando que é um lugar muito sexy e perfeito para fazer coisas que... bem, casais fazem na sua intimidade. Pena que o cara acaba perdendo um braço e sua esposa acaba saindo correndo desesperada.

Somos apresentados a Kit Walker (Evan Peters), um frentista de posto de gasolina em 1964 que é casado com uma moça negra, Alma. Na época, casais inte-raciais causavam grande escândalo. Eles estavam tendo uma noite normal quando de repente Kit escuta um barulho e decide ir conferir do que se tratava. Ambos vivem uma experiência (ou um contato de quarto grau, como muitos chamam) de abdução. Seguimos para Briarcliff, ainda em 1964, e conhecemos Lana, uma jornalista que aparentemente se interessa em fazer uma reportagem sobre a padaria que funciona dentro da instituição, mas na verdade deseja conseguir entrevistar o Bloody Face, um maníaco que cortou a cabeça de três mulheres. E que provavelmente não será o Kit. Seria muito previsível principalmente para um começo de série. Com certeza que, como a história da abdução alienígena não colou, a polícia resolveu culpá-lo pelo assassinato das mulheres, inclusive o de sua esposa. A caracterização dos personagens e a fotografia da série está muito boa, prova de que a FX investiu e deu mais crédito à série nessa nova temporada.

Outros personagens surgem posteriormente: Irmã Jude, que comanda todo o lugar; Irmã Mary Eunice, completamente subordinada a Irmã Jude, porém que logo depois se mostra ajudante do Dr. Arthur Arden, o médico do local que pelo o que pareceu vai ter grande papel da história dessa temporada, principalmente disputando com Irmã Jude o controle do local; Shelley, uma ninfomaníaca; Wendy, namorada de Lana; Grace, uma moça acusada de matar toda a família e que se torna "amiga" de Kit, afirmando também não estar louca como ele e o ajudando a se adaptar ao lugar e o Monsenhor Timothy Howard, a quem Irmã Jude demonstrou ter uma quedaça, praticamente uma queda de desfiladeiro. Aliás, Jessica Lange está novamente incrível em American Horror Story. Sua atuação sempre se destaca e dá um brilho à série, que parece sempre mais interessante por causa de sua presença. Cada um dos personagens tem suas histórias e seus segredos, vamos esperar e ver como elas se conectam.

Depois de uma visita bizarra às instalações de Briarcliff, Lana acaba virando paciente do lugar por mexer onde não devia. E não muito longe dali, Dr. Arden descobre que Kit não era tão insano como todos resolveram pensar. Ele descobre uma espécie de chip de logo se transforma em algum tipo de inseto. Será que isso foi mesmo implantado pelos alienígenas em Kit? Teria ele mesmo sido abduzido e as outras mulheres também, mas não conseguiram sobreviver ao processo? E o que são as criaturas que Irmã Mary Eunice estava alimentando na floresta? Humanos geneticamente modificados pelo Dr. Arden? Essa temporada nos reserva muitos mistérios.

P.S.: Aparentemente, Zachary Quinto aparecerá logo no próximo episódio.

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