Revolution - 1.05: Soul Train


"Good job, coach."

Eu achei o episódio anterior realmente muito bom em todos os aspectos, mas devo dizer que o 1.05 de Revolution foi tão morno que só realmente me anima por que a temática é algo que curto muito. Eu adoro séries passadas em cenários apocalípticos em que a luta pela sobrevivência e na busca da proteção daqueles os quais ama é o ponto principal, cercado por toda uma teoria conspiracionista que instiga e agrada.

Porém Revolution está ainda um pouco distante de ser uma série instigante quanto à sua temática. Que é muito boa, por sinal. Poderiam estar desenvolvendo muito mais a história e explorando a questão do apagão global com mais afinco, no entanto passaram cinco episódios numa busca eterna pelo irmão perdido da protagonista. 

Eu entendo que tudo que se passa é por existir certo propósito dos produtores e roteiristas, mas se é o caso de tanto baterem em cima sobre o sequestro de Danny, que levassem logo o garoto ao general Monroe, o que aparentemente conseguiram realizar nesse quinto episódio. Não foi um episódio ruim, a série tem seus pontos positivos. Assim como também os negativos. Deixa eu dizer que não acho a atuação da Tracy Spiridakos tão ruim quanto andam falando por aí. A moça tem sabido dosar bem as emoções da personagem que perdeu toda a sua família e que luta incessavelmente para recuperar o irmão e se dar bem com o tio distante. Fica cada vez mais difícil acreditar que Kripke está produzindo essa série.

Nesse episódio somos apresentados ao passado do capitão Neville. Ele era um cara simples e submisso às pessoas mais fortes que ele, até que chegou o apagão e ele precisou agir para defender sua família. Aliás, posso comentar o quão previsível foi o Nate ser o Jason, filho do Neville? Assim que mostraram ele, criança, eu sabia que a história era essa. Charlie, Miles e seu grupo chegam a uma estação ferroviária onde descobrem que vão levar Danny num trem para a sede da República Monroe. 

Nora se encontra com outro sobrevivente da resistência, ambos mostrando suas bandeiras dos Estados Unidos como meio de comprovação, e juntos decidem explodir o trem onde os homens de Monroe usar para ir para casa. Charlie, vasculhando a cidade em busca de uma pista do irmão, é interrogada pelo capitão Neville e o despista dizendo que está seguindo o namorado. Porém depois, em fúria, ela o segue e acaba sendo emboscada por ele e quase morre, sendo salva por seu tio. Posteriormente, Nate/Jason consegue escapar do grupo e volta para a Milícia enquanto Charlie e Miles chegam ao trem após cavalgar intensamente. 

Charlie vai atrás do irmão e Miles, por outro lado, tenta retirar a bomba do trem. Lá pelas bandas da República Monroe, Rachel (mãe de Charlie e Danny) e Bass relembram uma amizade que não existe mais, enquanto este último a pressiona ainda mais para descobrir alguma coisa sobre o que causou o apagão — e o mais importante: como fazer a energia voltar a funcionar. Rachel acaba se rendendo e desenha o pingente que seu marido deu ao amigo Aaron antes de morrer, e que vimos também com outra personagem e diz que eles são a chave para o mistério. Sério, Revolution? Não está me convencendo e acho muito difícil que esse plot me convença.

Sobrinha e tio conseguem sair vivos do trem, que não explode graças a Miles, porém sem Danny. Isso tem um impacto muito grande na garota, que decide tomar o pulso firme do tio para si, chegando a incomodar o próprio. Eu realmente espero que eles saibam levar bem a história e os plots da série para que eles não se percam um dentro do outro, e que Revolution nos diga logo porque diabos a energia acabou.

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