Suburgatory – 2.01: Homecoming

"Chatswin, bitches!"

Suburgatory voltou com um episódio de tirar o fôlego!

Depois de um verão com sua avó em Manhattan ouvindo histórias de sua mãe e aproveitando tudo que não há no subúrbio, Tessa volta a Chatswin para encarar um novo George. Um George que não ficará a pressionando para descobrir das novidades em Manhattan ou das coisas que a filha fez por lá, um George que irá a apoiar em todos os momentos. Se houve chances de que a relação pai e filha de Tessa e George fosse abalada agora que Tessa podia ter contado com o outro lado de sua família, o novo George as destruiu. Que haverão situações complicadas conforme esse lado de sua família seja explorado, sem dúvidas, mas temos algumas provas que isso não irá mudar em nada esse relacionamento lindo que Tessa possui com George e que temos contato desde o começo da série. Fica claro a obsessão de Tessa para descobrir quem foi ou quem é a sua mãe, uma obsessão que ninguém pode culpá-la, afinal, depois de tanto tempo, um pequeno contato (mesmo que seja somente por histórias e fotografias) com a mulher que te deu à luz desperta a curiosidade. Só acho que essa obsessão se tornou chata conforme Tessa tentava se espelhar demais nos feitos de sua mãe, quase que deixando sua própria personalidade de lado. Mas tirando isso, o episódio flui até que bem.

Espero que, durante a temporada, podemos ter chances de conhecer finalmente quem diabos é sua mãe, porque, admito, estou morrendo por dentro pra saber!

Enquanto isso, Lisa volta a atormentar com a história de não querer pertencer a sua família. Ok, no começo era divertido, mas agora já acaba ficando chato. Essa situação estraga a personagem pra mim. Não que havia simpatizado com ela desde o começo, uma vez que eu nunca fui com a cara da Lisa (e pelo que eu vi, é quase uma opinião mútua), mas existem formas (que claramente não estão sendo trabalhadas) pra tentar recuperar a personagem. Vai ver eu simpatizo com loucura e, portanto, estou do lado da família.

Usando o segredo da adoção de Ryan como arma, Lisa tenta criar situações confortáveis a si mesma. Desbanca até Ryan de seu papel principal na apresentação bem felina deles. Claro que não ia ficar barato e seus pais contra-atacam, não deixando escolhas a não ser esquecendo do passado e seguindo em frente.

Além de tudo isso, existe a batalha entre Dallas e Noah para saber quem é que fica com Carmen (que é quem de fato decide aonde vai). E que foi pra mim o ponto alto do episódio. Dallas destruindo os presentes me deixou sem fôlego. E não vamos esquecer das emocionantes e carinhosas (só que não) palavras de Dalia, que não fizeram nada além de piorar a situação para a própria Carmen, que no fim fica mesmo é com o George.

E por último, a apresentação de Tessa no Folias de Outono, que trouxe um lindo momento pai e filha entre Tessa e George e descobrimos que o tema da série de fato se relaciona “emocionalmente” com a série, o que foi, para mim, uma boa jogada dos diretores e escritores.

Apesar das críticas, não tenho muito que reclamar. Poderia ter sido melhor, sim, porém a volta foi boa. Adorei o episódio e me rendeu várias gargalhadas. Sem contar que a série continua no mesmo ritmo, o que é sempre bom. Que o resto da temporada continue assim e que se for pra mudar, seja para melhor.

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