Revolution - 1.06: Sex and Drugs






Pra onde é que cês tão levando essa série, roteiristas.

Minhas esperanças estão se esvaindo como poeira no vento a cada episódio dessa série. É enrolação atrás de enrolação, é atriz ruim (sim estou pagando minha língua nessa review) que não consigo digerir, é tudo um conjunto de coisas que está colocando a série num campo iminente de cancelamento. E olha que eu realmente queria que esse seriado vingasse, pois Kripke e J.J. Abrams estão no meu coração há muio tempo. 

Esse episódio só teve duas funções: revelar o passado de Aaron e mostrar a recuperação de Nora. Sim, só isso. Nada a acrescentar na história além de agora eles saberem que o pessoal do grupo de Miles tem um dos pingentes que pode trazer a energia de volta. Eles vão pedir a ajuda de um antigo conhecido de Miles: Drexel, um traficante de heroína, para que ele ajude a salvar a vida de Nora. É mostrado que Aaron não teve a esposa morta, como eu particularmente pensava. Após o apagão, eles se juntaram a um grupo e quando certa vez foram atacados, Aaron não conseguiu defendeu a mulher e ambos quase morreram. Assombrado e indignado consigo mesmo por causa disso, ele decide deixá-la com aqueles que podem tomar conta dela devidamente. 

Nora luta pela vida enquanto na República Monroe, Danny é acomodado nas instalações do ex-melhor amigo de Miles, que decreta que apenas Miles e Aaron, que possui o pingente, são valiosos pra ele e que seus homens devem matar o resto deles. Jason/Nate aparentemente não gostou muito da idéia de matarem Charlie, o que alertou seu pai sobre o sentimentos dele por ela e que isso pode ser perigoso. Ao mesmo tempo, o Capitão Neville é promovido a Major.

Drexel não oferece estadia por nada. Ele desenterra seu passado com Miles e cobra uma dívida, que na verdade ele quer que seja paga por Charlie. Ela aceita e se veste para se passar por uma das prostitutas de Drexel e matar um inimigo seu, numa missão suicida. Miles decide ir atrás da sobrinha enquanto Aaron fica na casa com Nora, onde ambos participam de um joguinho sádico de Drexel; eles apontam armas um para o outro e quem sair vivo disso terá a liberdade. Num truque perigoso, Aaron atira em si mesmo — na verdade na garrafa de metal que tinha no bolso — e quando Drexel se aproxima, ele atira no traficante.

Um ponto que foi muito criticado pelo pessoal foi o fato de nenhum dos capangas de Drexel ter atirado em Aaron quando ele acertou o patrão deles. Sim, realmente isso foi uma bola fora. Mas talvez eles não atiraram nele por uma questão de busca de poder, pois agora que o chefe estava morto outro deles poderia ocupar seu lugar. O fim acontece com um encontro emocionado entre Danny e sua mãe, que certamente não vem de graça e acarreta muitos acontecimentos pela frente. E eu realmente não sei mais o que esperar dessa série. Acho que vou começar a não esperar absolutamente nada.

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