American Horror Story - 2.10: The Name Game

Mortes, mais mistérios e mais mortes num episódio sensacional. 

Quando Dr. Arden faz sua experiência em Kit Walker para tentar atrair os alienígenas, ele acaba descobrindo que há mais por trás dessa história quando encontra Grace — que aparentemente tinha morrido, mas como em AHS tudo é possível eu não me surpreendo com mais nada — com uma enorme barriga e ao lado da também interna de Briarcliff, Pepper. Entretanto, ele não comenta nada disso com Kit quando o ressuscita. Tenho pra mim que o discurso que Pepper fez sobre os aliens acharem ele ridículo com suas experiências feriu bastante o ego e orgulho do médico, o que faria com qualquer um.

O Monsenhor Timothy se recupera do ataque sofrido por um dos internos, Leigh Emerson, que tentou afogá-lo e o prendeu na cruz como se ele fosse Jesus Cristo. Bem criativo, pra falar a verdade e considerando o ambiente. Além disso, ele fica sabendo através da própria Morte (aquela linda) que Irmã Mary Eunice está possuída pelo capiroto e que deverá ser ele a libertar a freira desse espírito maligno. 

Thredson conseguiu escapar de Lana e Kit e está de volta ao hospital como médico oficial do local, aterrorizando a jornalista. Ele está em busca de saber onde está a fita que ela e Kit gravaram onde o serial killer confessa todos os seus crimes e vai usar de todas as artimanhas para conseguir saber o paradeiro dela.  Enquanto isso, Irmã Mary Eunice começa sua tortura com Judy por meio de terapia literalmente de choque, quase destruindo o cérebro da ex-freira.

Na tentativa de libertar a freira Mary Eunice, o Monsenhor acaba cometendo o erro de achar que ia expulsar o demônio na primeira e única tentativa e com um mísero crucifixo. Sério cara? Sério? Além de ingenuidade, foi muita falta de prática da parte dele achar que conseguiria. A freira possuída acaba estuprando o Monsenhor fazendo com que ele quebre seu voto de castidade enquanto Judy volta para a sala de convivência com sua mente extremamente perturbada por causa do tratamento e uma das melhores cenas de toda a história de American Horror Story ocorre. Jessica Lange extremamente perfeita (como eu sempre comento sobre ela aqui) cantando e dançando com grande parte do elenco deu um gás novo ao episódio e até mesmo a série. Talvez não fosse o que queríamos, mas é o que precisávamos. Lange soube muito bem, assim como Evan Peters e os demais atores, dosar o momento e não deixar que se perdesse o foco. 

Aliás, ela enfim recebe a visita do Monsenhor que lhe pede desculpas por não ter acreditado nela quanto à Mary Eunice e a antiga diretora de Briarcliff diz que ele tem que matá-la, e ele o faz. Eu realmente não esperava que esse fosse o destino da freira — sei lá, esperava que exorcizassem ela ou algo do tipo, até porque gosto muito da atriz que a interpreta. Só achei meio clichê a saída para a possessão de Mary Eunice ter sido a morte quando poderiam ter criado algo mais interessante. Mas eu relevo.

Thredson ameaça Kit usando Grace e o filho que ela teve para conseguir a fita da confissão, mas quando Kit diz onde está, ele dá de cara com Lana que pegara a fita primeiro e escondeu em outro canto. E numa das cenas mais agoniantes do seriado, Dr. Arden sobe em cima do corpo da Irmã Mary Eunice e segue com ela para o forno crematório. Ainda assim, uma história de amor melhor que Crepúsculo. American Horror Story chegou num ponto crucial e imagino que o próximo episódio definirá o rumo que a série toma até sua season finale, amarrando assuntos e resolvendo mistérios que vagaram por toda a temporada. 

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