Fringe - 5.11: The Boy Must Live


"When you pulled us from the lake, you said, 'The boy is important. He must live.' You weren't referring to my son. You were referring to yours."

Expresso aqui o meu amor por essa quinta temporada que não está nada menos do que maravilhosa. Algumas partes são decerto o modo "chutar o balde" que os roteiristas assumiram já que esta é a temporada final e não devem mais nada a ninguém, e admiro isso. Fringe é uma série incrível e não devia ter que lutar tanto pra conseguir suas temporadas.

O episódio começa com Walter Bishop tendo uma idéia de como recuperar as informações que Michael, o menino Observador, lhe passou quando se conectou com o cientista, utilizando o tanque já usado dezenas de vezes por Olivia para tentar ir mais profundamente nas suas próprias memórias. Walter consegue descobrir onde supostamente Donald, a.k.a. Setembro, vive. Enquanto isso, descobrimos quem realmente é Michael quando Windmark faz uma viagem até o futuro para falar com seus superiores, em 2609.

Gosto muito da evolução da relação de pai e filho entre Walter e Peter desde a quarta temporada, quando o cientista teve que aprender a conhecer o filho novamente. E mais uma vez eles protagonizaram uma cena muito linda nesse episódio, destacando a atuação de John Noble (que merece um Emmy há muito tempo) e Joshua Jackson que conseguem me fazer sentir como se eles fossem realmente parentes. No lugar determinado pelo Dr. Bishop, eles encontram Setembro e mais revelações são feitas. Ele conta que os Observadores retiraram o dispositivo da cabeça dele (por isso ele está com cabelo) e o usaram como cobaia para experiências. Além disso, ele revela que Michael é seu filho — coisa que eu já desconfiava há muito tempo — e que para protegê-lo, o escondeu no passado, ou seja: no nosso tempo. Setembro contou que em certa época da história os humanos descobriram que sacrificar partes do cérebro ligadas às emoções em prol de mais inteligência era eficaz. Ou seja: o plano para derrotar os carecas de terno é mandar Michael ao "passado" para mostrar aos cientistas que estão fazendo tais experimentos que não é preciso sacrificar os sentimentos para se ter mais inteligência e assim os Observadores nunca terão existido. Mas pra isso, eles precisam construir uma espécie de máquina do tempo.

Com a esperança acesa pela ideia de dar um reboot no tempo, Olivia fala a Peter que talvez esse é o jeito como eles terão Etta de volta, mas seu marido diz que ainda há um longo caminho a ser percorrido até que isso talvez aconteça, tentando não ter muita expectativa e sofrer novamente. Enquanto isso, Walter e Setembro conversam sobre o garoto que era importante, que este último mencionou quando salvou Bishop e seu filho do lago, não era Peter e sim Michael. Além disso, Walter se resigna ao fato de que lembra que para o plano dar certo, ele vai ter que se sacrificar. NÃO, APENAS NÃO. Não toquem no Walter, por favor. Se matarem ele, eu morro junto.

Tendo os Observadores na sua cola, os Bishops e o garoto Observador tentam um caminho alternativo para se livrar dos invasores com a ajuda de Astrid, que eu já estava achando que nem ia aparecer nesse episódio. Eles conseguem chegar ao trem, mas perdem Michael que do nada pula para fora do transporte como quem decidisse que era a hora de abandoná-los e seguir seu próprio caminho, deixando Olivia devastada. O último episódio de Fringe está chegando, um especial de 2 horas, e ainda não estou pronta pra dizer adeus a uma das melhores séries de ficção científica que já vi em toda a minha vida. Nada vai ser  mais como antes depois de Fringe nos deixar.

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